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Há infinitas maneiras de comunicação. Algumas são mais funcionais que outras. 

O que a maioria das pessoas enxerga como caos, desvio ou transtorno, nós enxergamos como possibilidades diferentes de comunicação, de interação e de comportamento.

Queremos mostrar um olhar diferente daquele que estamos habituados, no qual o diferente, o único, o especial, o neuroATÍPICO, também ocupe integralmente o seu lugar. Onde suas necessidades sejam atendidas e suas ideias sejam incluídas.

 

 

 

Os chamados “neuroTÍPICOS” são aqueles que têm o seu desenvolvimento global dentro da “normalidade”, ou seja, andam e falam no período esperado, brincam, aprendem, se comunicam e socializam com facilidade. São capazes de interagir com diversas pessoas, olham nos olhos, não necessitam de adaptações escolares, dançam e cantam nas apresentações de final de ano e participam ativamente de datas comemorativas. Enfim, totalmente inseridos no dia a dia da casa, da escola, e do mundo.

Vivemos em um contexto onde aquele que não se enquadra nos padrões conhecidos, ou seja, o neuroATÍPICO, é pouco entendido, muitas vezes renegado e considerado como limitado. Estes crescem sem as mesmas oportunidades de se desenvolverem em relação aos neurotípicos.

Os neuroATÍPICOS nos mobilizam a perceber que nada é como parece ser. O que existe é o processo, o caminho a ser trilhado. É assim que compreendemos o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). “Espectro” está vinculado à processo e, portanto, não é algo estagnado e/ou limitado, mas sim em constante mudança.

É a mudança que nos fortalece, nos torna resistentes e nos ensina a evoluir.

Segundo o relatório estatístico do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos),

em 1980 a cada 10.000 nascidos, 1 criança apresentava  diagnóstico de TEA;

em 2000 eram 1 em cada 150 nascidos;

no relatório de 2012, a estatística alcançou 1 em cada 68 nascidos.

Porém, uma nova pesquisa do governo americano (National Health Statistics Reports), publicada dia 13 de novembro de 2015, sugere a atual prevalência de autismo de 1 em cada 45 crianças na faixa etária de 3 a 17 anos. No Brasil não temos nenhum dado até o momento, e os números crescem ano a ano! Ao nos depararmos com estes dados, não deveríamos estar mais preparados para compreendê-los e recebê-los?  Ajudá-los em suas necessidades e favorecer sua potencialidades,

para que assim possam se comunicar, relacionar e construírem o seu espaço na sociedade?  

Nós, da ALUZAZUL, acreditamos na Geração TEA e abraçamos a sua causa. Confiamos que são seres de grande potencialidade, desde que  aceitos, amados, estimulados dentro das suas necessidades, individualidades e atendidos no seu momento. Aceitamos que eles transformam o mundo ao seu redor. Mudam a visão do individualismo para um olhar de compaixão, empatia, e troca entre os seres humanos.

Nossa missão é criar conteúdos suaves, criativos e divertidos que facilitem o caminho entre

pais, filhos, professores, terapeutas e cuidadores. 

Em nossa jornada, as crianças Luigi e Giuliano são tutores, inspiração, voz e co-criadores do conteúdo da ALUZAZUL.

Juntos aprendemos o poder de transformação e capacidades ilimitadas desta geração. Essa geração é a nossa fonte de inspiração por conduzir a luz da leveza e do encantamento pela vida. A LUZ que brilha forte dentro de cada um de nós e que jamais enfraquecerá! Nós somos ponte de comunicação consciente que acende novos olhares e novas formas de ser e estar no mundo.

Agora é o momento de cooperação: ação conjunta em prol da Geração TEA!

Cada esperança que você guarda, cada sonho que você carrega, cada desejo que você realiza, tem um impacto em sua vida e no mundo ao seu redor. Portanto, deixamos algumas reflexões:

Qual é o seu encantamento pela vida e por seu filho?

Para onde gostaria de focar a sua atenção? Qual a informação que deseja compartilhar?

Que a SUA LUZ seja sempre parte integrante e ativa nesta jornada.

ALUZAZUL